Hora da galinhada e fomos para o sítio. Pretendíamos
almoçar e seguir para o passeio na Cachoeira do Sumidouro,
conforme a programação. Só que as galinhas
demoraram tanto a entrar nas panelas que um grupo já
se formava para ajudar a pegá-las no quintal. Em compensação acabamos com o estoque de cerveja
e a Cachoeira do Sumidouro cancelada. Neste dia o expedicionário
Jorge não participou do passeio, pois retornou à
Brasília. Voltamos ao camping e à noite estava
todo mundo no galpão para mais uma noitada de música,
dança, cerveja, cachaça, vinho, whisky e um churrasco
sob o comando do Oswaldo e Wellington. Até a Valdirene,
o marido e filhos apareceram. Mais um show do Fabiano com sua
dança atípica tendo como partner o Justin com
sua coreografia do “créuuuu”. O RASC clamava
do outro lado: “Cléo! Cléo! Cléo!”.
O Rasquinho catava todas as latinhas e resolveu fazer uma torre.
Não conseguiu chegar ao teto mais faltou pouco. O garoto tem futuro como empilhador. O Wilson de tanto insistir
conseguiu convencer a Cris a ser sua parceira. Marcação
cerrada (ela até recebeu a alcunha de Sra. Wilson!). O César apareceu com um “narguilé”,
espécie de cachimbo da paz árabe, e muita gente
resolveu experimentar o negócio. Acho que ele colocou
alguma coisa naquele fumo, porque a Fabiana nos proporcionou
uma dança erótica no poste. Baixou nela o espírito
de Alzira. Aos poucos, com o adiantado da hora, as pessoas dirigiram-se
às suas barracas, pois o cansaço e o sono estavam
chegando e o camping mergulhou no silêncio. |
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| No domingo, enquanto tomávamos o café da manhã,
aparece o Fabiano, com cara de ressaca e sono, reclamando que
estávamos fazendo muito barulho. Só que ele se
esqueceu de que na madrugada ligou a televisão para assistir
o Grande Prêmio de Fórmula Um da Malásia
atrapalhando o sono de outros. Quando curiosos perguntamos qual
foi o resultado ele simplesmente nos disse que cansado,
desligou a TV e foi dormir. Vai ser ruim de serviço! A Fabiana
informou que estava na programação um passeio à
trilha e Cachoeira Paraíso do Cerrado. O grupo achou por bem
cancelar e cada um tratou de desmontar o seu acampamento, guardar
as tralhas nos veículos e a Valdirene nos brindou com um arroz
carreteiro. Como ainda tínhamos carne no estoque, mais um churrasco
foi providenciado. O Leo Gazzola, o Oswaldo, Peth e Natuzza, o Luiz
e a Aline se despediram e voltaram mais cedo. Comboio novamente formado,
hora de votarmos à Brasília, desta vez por estrada asfaltada.
No percurso tivemos a surpresa de contatarmos por rádio
com um grupo de jipeiros que retornava de Montalvânia
e Januária. |
| À noite, em torno das 19h chego à
minha residência debaixo de uma chuva bastante forte.
Se esta água tivesse caído no trecho de terra
entre Buritis e Formoso de Minas seria uma maravilha. Dava pra
gente brincar um bocado. Veículo descarregado, banho
tomado, aos poucos o cansaço e o sono foram chegando
e com absoluta certeza dormi sorrindo. |
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Expedicionários:
César e Érika (Pálio); Cristiana e Cléo
(Vitara); Fabiana (Jimny); Fabiano e Zaira (Cherokee); Flávio
e Caroline (S-10);
Jorge (F-1000); Glayton, Gygliane e Wilson (S-10); Leda e Fátima
(Troller); Leo Gazzola (Jimny); Luiz e Aline (Pajero);
Luiz Antônio e Fátima (Vitara); Luiz Terrapia e Joyce
(Toyota Bandeirante); Oswaldo, Peth e Natuzza (Toyota Bandeirante); Paulo e Andréia (Vitara); RASC e Rasquinho (Mahindra); Reya
e Justin (Wrangler); Viviane (carona); Wellington e Débora
(Troller)
Luiz Antônio da Costa e Silva
– Março de 2008. |
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