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MAMBAI - GO (20/03/2008)
Texto: Luiz Antônio
Hora da galinhada e fomos para o sítio. Pretendíamos almoçar e seguir para o passeio na Cachoeira do Sumidouro, conforme a programação.
Só que as galinhas demoraram tanto a entrar nas panelas que um grupo já se formava para ajudar a pegá-las no quintal. Em compensação acabamos com o estoque de cerveja e a Cachoeira do Sumidouro cancelada. Neste dia o expedicionário Jorge não participou do passeio, pois retornou à Brasília.
Voltamos ao camping e à noite estava todo mundo no galpão para mais uma noitada de música, dança, cerveja, cachaça, vinho, whisky e um churrasco sob o comando do Oswaldo e Wellington. Até a Valdirene, o marido e filhos apareceram. Mais um show do Fabiano com sua dança atípica tendo como partner o Justin com sua coreografia do “créuuuu”. O RASC clamava do outro lado: “Cléo! Cléo! Cléo!”. O Rasquinho catava todas as latinhas e resolveu fazer uma torre. Não conseguiu chegar ao teto mais faltou pouco. O garoto tem futuro como empilhador. O Wilson de tanto insistir conseguiu convencer a Cris a ser sua parceira. Marcação cerrada (ela até recebeu a alcunha de Sra. Wilson!). O César apareceu com um “narguilé”, espécie de cachimbo da paz árabe, e muita gente resolveu experimentar o negócio. Acho que ele colocou alguma coisa naquele fumo, porque a Fabiana nos proporcionou uma dança erótica no poste. Baixou nela o espírito de Alzira. Aos poucos, com o adiantado da hora, as pessoas dirigiram-se às suas barracas, pois o cansaço e o sono estavam chegando e o camping mergulhou no silêncio.
No domingo, enquanto tomávamos o café da manhã, aparece o Fabiano, com cara de ressaca e sono, reclamando que estávamos fazendo muito barulho. Só que ele se esqueceu de que na madrugada ligou a televisão para assistir o Grande Prêmio de Fórmula Um da Malásia atrapalhando o sono de outros. Quando curiosos perguntamos qual foi o resultado ele simplesmente nos disse que cansado, desligou a TV e foi dormir. Vai ser ruim de serviço! A Fabiana informou que estava na programação um passeio à trilha e Cachoeira Paraíso do Cerrado. O grupo achou por bem cancelar e cada um tratou de desmontar o seu acampamento, guardar as tralhas nos veículos e a Valdirene nos brindou com um arroz carreteiro. Como ainda tínhamos carne no estoque, mais um churrasco foi providenciado. O Leo Gazzola, o Oswaldo, Peth e Natuzza, o Luiz e a Aline se despediram e voltaram mais cedo. Comboio novamente formado, hora de votarmos à Brasília, desta vez por estrada asfaltada. No percurso tivemos a surpresa de contatarmos por rádio com um grupo de jipeiros que retornava de Montalvânia e Januária.
À noite, em torno das 19h chego à minha residência debaixo de uma chuva bastante forte. Se esta água tivesse caído no trecho de terra entre Buritis e Formoso de Minas seria uma maravilha. Dava pra gente brincar um bocado. Veículo descarregado, banho tomado, aos poucos o cansaço e o sono foram chegando e com absoluta certeza dormi sorrindo.
Expedicionários:
César e Érika (Pálio); Cristiana e Cléo (Vitara); Fabiana (Jimny); Fabiano e Zaira (Cherokee); Flávio e Caroline (S-10);
Jorge (F-1000); Glayton, Gygliane e Wilson (S-10); Leda e Fátima (Troller); Leo Gazzola (Jimny); Luiz e Aline (Pajero);
Luiz Antônio e Fátima (Vitara); Luiz Terrapia e Joyce (Toyota Bandeirante); Oswaldo, Peth e Natuzza (Toyota Bandeirante); Paulo e Andréia (Vitara); RASC e Rasquinho (Mahindra); Reya e Justin (Wrangler); Viviane (carona); Wellington e Débora (Troller)

Luiz Antônio da Costa e Silva – Março de 2008.
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