| Aventureiros, viajantes, mochileiros ou simplesmente
turistas certamente possuem uma lista de lugares que desejam conhecer,
e dentre estes nomes, Jericoacoara está na lista da maioria
destas pessoas. Jeri já estava marcada em nosso mapa para uma
visita e com nossa mudança para o estado do Ceará, ganhou
certa prioridade entre as cidades que pretendemos visitar. Partimos
então em uma sexta-feira chuvosa, coisa rara para o mês
de julho no estado cearense e seguimos em direção a
CE-085 onde subimos até Jijoca de Jericoacoara. |
| Jijoca à Jeri => Jijoca
é o portal para Jericoacora é de lá
que partem as jardineiras, veículos adaptados para
carregar os turistas até Jeri. Logo na entrada
de Jijoca paramos para encher o tanque da viatura e durante
o abastecimento puxei conversa com o motorista de uma
jardineira para obter algumas informações
de como estaria o caminho, e para nossa surpresa a informação
de que nem seria preciso esvaziar os pneus, ou nem mesmo
tracionar a viatura, pois devido à chuva que caía
fraca a areia estava “sentada” fazendo assim,
o caminho ficar sem os atoleiros. |
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Queríamos mesmo era brincar nas areias com a viatura,
pois Jeri é sinônimo de Off Road. Então
partimos, e de cara fomos margeando a lagoa de Jijoca,
seguindo pelo longo caminho de areia cortando as dunas. Em alguns momentos percebia a falta de tração,
resolvi girar a roda livre e tracionei, a partir daí a brincadeira
ficou mais abusada, descemos em um leito de rio seco, passamos por
lagos e chegamos a Jericoacora, onde Deus parecia estar abrindo as
nuvens com suas mãos, iluminando com fortes raios de sol as
dunas, mostrando ao fundo o azul do mar e destacando as pequenas casas
de Jeri. |
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Jericoacoara => Ao entrar no portal da cidade
fomos percebendo o porquê do encantamento daqueles
que a visitam, a cidade pode ser ainda chamada de vila
com suas ruas sem calçamento, frondosas árvores
no meio da rua, e com moradas coloridas. Estas ruas nos
fizeram lembrar a cidade de Barra
Grande, que também possui este ar peculiar
ainda de vila de pescadores.
Após a peregrinação atrás
da pousada, deixamos nossas bagagens e partimos para saborear
alguns pratos típicos de regiões litorâneas. |
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Pedra Furada => Após nosso caprichado almoço, partimos rapidamente para
pegar o pôr do sol na Pedra Furada, pois aqui às 17:00h,
o sol já está quase tocando o horizonte. Para se chegar
ao local o visitante pode optar em ir andando por uma trilha que corta
o morro do farol, ou pode ir de carro pegando a trilha que leva a
Vila Preá. Seguindo este caminho, chega-se a um estacionamento
que, a partir dele, são quinze minutos de caminhada para chegar a
Pedra Furada. |
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No exato momento do sol se pôr, os
raios atravessam o buraco da Pedra e fazem um cenário
magnífico. Pena que o alto número de turistas
atrapalha a visualização do espetáculo,
o melhor seria que autoridades estipulassem uma margem
de proteção, assim todos deslumbrariam o
visual. |
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A noite => Depois de curtir o pôr do sol, demos algumas
volta pelas redondezas de Jeri e paramos para um descanso na pousada.
Mais tarde fomos ver o que a noite tinha a nos oferecer, e ficamos
espantados com a quantidade de pessoas pelas ruas. Estas são
compostas por vários estabelecimentos comerciais, como restaurantes,
pizzarias, panificadoras e bares. À noite segue o fluxo das
ruas, e a pedida é deixar de lado o carro e ficar perambulando
pela cidade. Decidimos não prolongar muito, pois o outro dia
seria longo. |
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