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Desenvolvido para ser o simulador do surf e em pouco tempo você pega a ginga do carve e começa a desfrutar das cavadas e rasgadas. É muito legal poder ficar deslizando por horas em um asfalto perfeitinho, simulando uma onda, treinando aquela rasgada ou batida inúmeras vezes, até que saia perfeita. A história toda começou por volta de 92 quando o surfista havaiano Laird Hamilton começou a desenvolver um skate para simular o surf, construído a partir de peças usadas e pneus de bicicleta. |
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O projeto ficou meio esquecido até que apareceu o mountainboard, utilizando conceitos mais modernos de eixos sobre molas e inclinação no shape. Partindo deste princípio, Brad Gerlach e seu pai Joe, criaram o primeiro protótipo do carve, para ser utilizado na gravação de um vídeo de dicas de surf. O skate ficou tão bom que logo Brad e seus amigos começaram a utilizá-lo para treinar quando o mar estava flat. Brad vislumbrou o potencial do skate e o batizou com o nome de Carveboard, de onde o termo carve vem da cavada, manobra em que o surfista faz um curva fechada, inclinando bastante o corpo. Em 1997 ele criou a Carveboard Sports e começo a fazer o carve em larga escala. E o resto é história, com milhares de carves espalhados pelo mundo, proporcionando um surf de asfalto com todas as sensações daquela queda clássica num mar de um metrão. O conceito do carve, com pneus largos, slick e com molas bem soltas ainda não foi superado. O Carveboard americano foi o primeiro a atingir este estado de tecnologia. A partir daí outros fabricantes pelo mundo passaram a usar o mesmo conceito nos seus produtos para fazer produtos similares. Com o tempo as inovações começaram a aparecer através de outras empresas, como foi o caso da primeira fábrica nacional de carves, a Dropboards.
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Fazendo um carve idêntico ao americano, ela preencheu uma lacuna no mercado nacional que carecia de um produto similar ao importado, mas com toda a sua qualidade e a um preço bem mais acessível. Beto Ferreira - Representante Dropboards |
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